sábado, 20 de setembro de 2008




*TALVES NÃO SEJA UM EXEMPLO DE MAE A SER SEGUIDO,MAS SERVE PARA REFLETIR
"6 de julho, 1990, Rua Prudente de Morais, Rio de Janeiro. Meio-dia de uma sexta-feira. O doutor Paulo Lopes já havia me avisado dois dias antes para que me preparasse. As forças de Cazuza iam desaparecendo sutilmente de seu semblante a cada dia. Seu estado era gravíssimo. Mas eu, sinceramente, nem sequer ouvia suas palavras, quanto mais acreditar nelas. O que sabiam esses médicos?- , pensava.
Mas, de fato, o doutor Paulo Lopes tinha com o que se preocupar. Na quinta-feira, 5, à noite, a enfermeira Edinha – nós a chamávamos Ed Motta, apelido inventado por Cazuza devido à semelhança dela com o cantor – notou que algo não ia bem. Ela relembra com pesar:
Depois que lhe dei todos os remédios através do cateter, olhei para a sonda da urina e cadê o xixi? Cazuza não estava urinando. Chamamos o doutor Paulo Lopes, ele administrou Lasix e mediu sua pressão. Estava baixinha – em geral, sua pressão era normal, onze por seis, doze por seis. A família nunca soube, mas nesse dia sua pressão caiu a quatro por zero. Pressão, aliás, de um paciente chocado que, em geral, não abre os olhos e não fala. Mas Cazuza estava acordado e falando. Foram tantos os procedimentos para tirá-lo dessa crise que não tive tempo sequer de anotar. Precisei tirar tudo do lixo depois, para recuperar as instruções, porque deu certo, ele voltou a urinar e saiu da crise.
Na manhã de sexta-feira, como nas últimas, conversamos à beira da cama de Cazuza. Desde o retorno de nossa última viagem a Boston, em março, ele voltara a morar conosco e nossa casa foi preparada para recebê-lo. Imaginei que ali, mais perto da familiaridade de nossa casa, em território seguro, ele pudesse se recuperar. Cazuza dormia em nosso quarto de casal, e nós, no de hóspedes.
Voltei bastante equipada da última viagem aos Estados Unidos. Tínhamos à disposição tudo o que uma pessoa nas condições de meu filho poderia necessitar durante seis meses. Desmontei nossa cama de casal e, no mesmo lugar, foi instalada uma cama hospitalar. Na cômoda, ajeitei todos os remédios, as seringas descartáveis, depósito para lixo descartável, para o lixo hospitalar, os kits para trocar o cateter que desde Boston haviam colocado em seu peito direito. Meu filho já não tinha veia disponível para que as drogas entrassem e aliviassem seu sofrimento. Em cada gaveta da cômoda, uma espécie de medicamento. Duas enfermeiras se revezavam dia e noite a seu lado, controlando a quantidade de soro que descia, administrando os remédios todos, trocando o curativo do cateter todos os dias. Os médicos faziam duas visitas religiosamente – de manhã e no fim da tarde. Trocava‑se a roupa de cama várias vezes ao dia. Todos os lençóis eram brancos, inclusive as fronhas dos dois travesseirinhos muito jeitosos, que eu e Ezequiel Neves roubamos da Varig. Um deles ficava entre as pernas de Cazuza, magrinhas, e o outro era usado para ajeitar suas costas. Os remédios eram inúmeros: Citovene, vitaminas, tranqüilizantes, antibióticos, pomadas, antivirais, remédios para dormir. Talvez Cazuza tenha herdado do pai, ou talvez fosse conseqüência da longa enfermidade, mas o fato é que, como João, ele tinha problemas para dormir. Nessa fase, tomava os tranqüilizantes, mas três, quatro horas depois acordava novamente. Também lutava contra o sono. E sofria com dores musculares terríveis, horrorosas. Nos últimos tempos, até morfina ele tomava. Comprar morfina era muito difícil. Apesar de ter em mãos a receita, tive até que entrar dentro de um cofre para adquiri-la legalmente. No começo ajudou, mas no final já não fazia a menor diferença.
Cazuza tinha dificuldade para respirar e sua voz estava cada vez mais fraca. Pesava 38 quilos.
Zeca, o jornalista e produtor Ezequiel Neves, grande amigo e mentor de Cazuza desde o começo do Barão Vermelho, vinha todas as tardes. Lia os jornais e comentava as notícias com meu filho. Naquela tarde de sexta-feira, ele saiu mais cedo e me contou depois que Cazuza lhe pareceu estranho e sereno. Ouvia pouco e quase não dizia nada. Era como se meu filho dissesse "deixa pra lá". Cazuza tinha dito a Zeca que queria assistir ao show do Legião Urbana no dia seguinte. Renato Russo, no 7 de julho, dia da morte e sepultamento de Cazuza, dedicou o show a ele.
Meu corpo estava debruçado sobre meu filho, e o ouvido bem próximo para poder escutar aquela vozinha, um fiapo de vida no qual me agarrava com unhas e dentes.
Perto do meio-dia, Cazuza me chamou e disse:
– Mamãe, estou morrendo...
Um vulcão de autoridade surgiu dentro de mim, enquanto lhe dizia que parasse com aquela conversa ridícula. Indignada, ia lhe dizendo que não devíamos falar sobre isso, aliás, como havíamos combinado há tempos. E ele, procurando me acalmar, tentava levantar os braços magros, fechava e abria os olhos fundos, até que parei para ouvir:
– Porra, mãe, eu tô morrendo é de fome. O que tem pra rangar?
Comecei a rir. E como se um bálsamo lavasse minha alma, olhei para ele pensando no quanto eu o admirava, em quanto seu espírito de moleque se conservou na idade adulta e que o mais adorável lado de sua personalidade se manifestava em situações tão adversas.
"Realmente, eu não conseguia dormir de jeito nenhum. Havia conversado rapidamente com ele na hora do último banho. Ele já não falava direito, muito baixinho, e não queríamos que ele se cansasse. Então, meu último contato foi um beijo na testa e o toque de minha mão em sua cabeça. Na verdade, me despedi de meu filho dois dias antes de sua morte. Cheguei do trabalho e fui para o seu quarto. Geralmente eu ficava sentado numa poltrona ao lado da cama, lendo jornal, vendo televisão.. Naquela noite quando sentei, Cazuza estava deitado de lado. Num determinado momento, nossos olhos se cruzaram fortemente. Ele olhava fixamente para mim e senti que ele fazia um balanço, um flash-back de tudo o que havíamos vivido juntos e que mais ou menos justifica o que ele disse a mim e a Lucinha, quando voltou para casa no dia em que recebeu a notícia de que estava contaminado pelo vírus hiv. Lembro dele dizer que, justo naquele momento, quando tudo estava indo muito bem para a nossa família, a tragédia se abateu. Meu último contato com Cazuza, no fim de sua vida, parecia se ligar irremediavelmente àquele momento que mudou o nosso destino. Foi como uma ligação telepática, espiritual. Naquela intensa troca de olhares, me despedi de meu filho para sempre".

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Tava tentando achar na internet um leao bonito que representa-se Jesus,pois minha mae tinha um trabalho para fazer sobre evagelismo onde queria fazer uma capa bem bonita para o seu caderno e foi esta....como eu queria por uma cara mas pessoal veja como fikou:

terça-feira, 10 de junho de 2008

Há controversas.....e voce o que acha?

Desabafado por: Lenisse Amorim em julho 20, 2004 11:52 PM
Cara, com todo respeito à sua admiração pelo Cazuza, da qual aliás eu não compartilho, acho que quando vc diz que ele "poderia ter sido mais um filhinho de papai como tantos que se encontram por aí", está sendo condescendente demais com ele, provavelmente por causa dessa admiração. Convenhamos: o cara era um puta filhinho de papai! Não é porque ele era muito louco, entrou numa banda de rock e escreveu ótimas letras que passou a ser um exemplo cara legal. Estou falando de exemplo apenas como figura retórica, não estou partindo do pressuposto de que alguém precise de exemplos, muito menos de que outro alguém deva dedicar sua vida a dar exemplos.
Mas a verdade é que a vida do Cazuza é uma grande história sim, mas não na perspectiva das histórias que enobrecem, que trazem crescimento e reflexão aos espectadores. Não que o filme devesse ter uma "moral da história", não que a vida do cara devesse ter uma moral, mas o filme e tudo mais que se sabe da vida do Cazuza desabona essa aura de ícone que lhe é atribuída atualmente, desabona sua adoção como paradigma de uma geração.
Cazuza foi um personagem trágico por excelência: sua grandiosidade estava naquilo que ele tinha de deletério, pernicioso. Sua história se cumpre no seu perecimento, o encanto de suas trangressões se completa na sua punição.
Seu niilismo, suas contradições aberrantes, sua urgência de viver, ao mesmo tempo que encantam, se mostram caminhos absurdos, escolhas inviáveis. Cazuza morreu vítima do exagero que lhe distinguia.
Sabe aquela história do boxeador que viveu para distrair o público, com sua resistência, com seus golpes fulminantes, e hoje paga o preço de uma doença degenerativa que há muito lhe tirou o prazer de viver? Pois é, mais ou menos assim.
O gênero humano tem uma atração inexorável pelo fantástico, pelo sobrenatural, pelo fantasioso. Na perspectiva da experiência humana, Cazuza fascina porque representa exatamente isso: uma forma fantástica de vida, um vivente sobrenatural, descontruindo conceitos, vivendo como se fosse o único na terra, tão belo e livre quanto improvável.
Cazuza regalou-se em viver afrontando a sociedade em que vivia, em ser exatamente o oposto do aceitável. Mas talvez sua morte tenha acabado servindo para fortalecer o estado de coisas contra o qual ele se rebelava. Diante de seu exemplo, muitos talvez tenham sido desencorajados de desobedecer, de transgredir, de contestar.
A mim parece que só é vencedor aquilo que se perpetua, não na mídia, mas no coração das pessoas.
E Cazuza (que descanse em paz)está morto.
Desabafado por: Fábio Said em julho 19, 2004 06:46 PM

Como não admira-lo????

Cazuza
Não gosto de cinebiografias, principalmente aquelas que enfocam astros do rock. Desde "A Rosa" (adaptação disfarçada da vida de Janis Joplin, estrelada por Bette Midler) até "The Doors" (horrendo longa de Oliver Stone, com Val Kilmer e Meg Ryan), nunca vi algo que prestasse. Aliás, espero que nenhum leitor deste blog tenha jogado tempo fora assistindo ao terrível "Hendrix", telefilme exibido no Telecine alguns meses atrás, que vi até o final movido por impulsos masoquistas. Talvez "A Fera do Rock" (biografia de Jerry Lee Lewis, protagonizada por Dennis Quaid) seja o menos pior de todos eles; mesmo assim, não o recomendaria para locação. Contudo, apesar dos precedentes traumáticos, confesso que estou curioso para assistir a "Cazuza - o Tempo Não Pára", Primeiro, porque Cazuza foi um de meus ídolos na juventude (ah, os anos 80), e é talvez o primeiro deles a ter sua vida retratada na tela grande. Segundo, porque a diretora é Sandra Werneck, a mesma dos bons "Amores Possíveis" e "Pequeno Dicionário Amoroso". Terceiro, porque a vida de Agenor de Miranda Araujo Neto honra o clichê: daria um filme e tanto. Mas, mesmo que não seja uma obra-prima, sua cinebiografia possui o mérito de resgatar a obra daquele que foi talvez o melhor compositor de sua geração.
Cazuza foi um enfant terrible. Filho de João Araújo, fundador da gravadora Som Livre, conviveu desde cedo com grandes nomes da MPB, ao mesmo tempo que usufruiu das benesses de pertencer a uma família de posses. Durante a adolescência viajou para Londres, começou (e abandonou) um curso de fotografia na Califórnia, morou em um apartamento em Ipanema (onde traficou cocaína), sempre às custas dos pais, que ainda assim tentaram "endireitá-lo". Um exemplo: cedendo às pressões familiares, Cazuza prestou e foi aprovado no vestibular do Centro de Comunicações de Jacarepaguá, mas trancou a matrícula logo em seguida. Questionado por João a respeito de sua atitude, retrucou:
- Você disse que me daria um carro se eu entrasse na faculdade, mas não falou nada sobre cursá-la...

Cazuza poderia ter sido mais um filhinho de papai babaca como tantos que se encontram por aí. Mas aquele moleque arrivista tinha um genuíno talento, que começou a ser estimulado a partir de um curso de teatro promovido pela trupe do Asdrúbal Trouxe o Trombone (grupo que revelou atores como Regina Casé e Luis Fernando Guimarães) no lendário Circo Voador. Lá, Cazuza conhece amigos como Bebel Gilberto (filha de João Gilberto e co-autora de "Preciso Dizer que Te Amo") e Léo Jaime (responsável por recomendá-lo ao Barão Vermelho, que estava à procura de um vocalista). Foi numa das apresentações desse curso que Cazuza canta pela primeira vez em um palco (interpretando "Odara", de Caetano).
Cazuza e Roberto Frejat, guitarrista do Barão, sintonizam-se de imediato. Afinal, ambos são fãs de Luís Melodia, Billie Holiday, Janis Joplin, Novos Baianos: é o início de uma das melhores parcerias do rock nacional. Contudo, o jeito porralouca de Cazuza se manifesta já no primeiro show da banda, quando, completamente de porre, canta o tempo todo com a braguilha da calça aberta. Em 1982 o Barão Vermelho lança seu primeiro disco. Aclamado pela crítica, obtém no entanto vendas pífias: 8 mil cópias. Uma injustiça, principalmente por se tratar do álbum que contém a obra-prima "Todo Amor que Houver Nessa Vida" ("Eu quero a sorte de um amor tranqüilo/ Com sabor de fruta mordida/ Nós na batida, no embalo da rede/ Matando a sede na saliva").
O segundo álbum, "Barão Vermelho 2" (1983), tem como carro-chefe "Pro Dia Nascer Feliz", música também gravada por Ney Matogrosso (ex-namorado de Cazuza, que o descreveu na biografia escrita por Lucinha Araujo como "um anjo caído do céu, encantador e apaixonante"). Mesmo assim, não vende mais que 15 mil cópias; fosse hoje, qualquer gravadora teria dispensado o Barão de seu casting (bons tempos, nos quais uma banda tinha o direito de uma terceira chance para finalmente emplacar). Tiro certeiro: "Maior Abandonado" (1984) vende 100 mil cópias, impulsionado pelo show no Rock in Rio, duas músicas na trilha sonora do filme "Bete Balanço" de Lael Rodrigues e uma turnê intempestiva marcada por confusões causadas pelas bebedeiras e destemperos de Cazuza, que tem seu desligamento do Barão anunciado oficialmente no "Fantástico" da Rede Globo, pouco antes da exibição do clipe de "Eu Queria Ter uma Bomba".
Em novembro de 1985 chega às lojas seu primeiro álbum solo, precedido pelo estouro nas FMs de "Exagerado", cuja letra descreve à perfeição seu jeito impulsivo ("Até nas coisas mais banais/ Pra mim é tudo ou nunca mais"). No ano seguinte lança seu segundo álbum, "Só Se For a Dois". Contudo, sua saúde começa a ratear: seu corpo perde peso, os cabelos tornam-se mais ralos. Em abril de 1987, o diagnóstico: Cazuza tem o vírus HIV. O fim do ano é marcado pelas primeiras crises decorrentes da Aids que já se manifestava, e Cazuza passa duas semanas internado na CTI de uma clínica em Boston. A resposta vem através da música: novas composições surgem em ritmo frenético. 1988 é o ano de seu auge criativo, com o lançamento de "Ideologia", seu melhor álbum. Nas letras, flashes de sua batalha contra a doença: "meu prazer agora é risco de vida", "eu vi a cara da morte e ela estava viva". Ao mesmo tempo, Cazuza flerta com a MPB e seus versos ganham em lirismo, como em "Minha Flor, Meu Bebê" ("Dizem que estou louco/ (...) em perder noites de sono/ Só pra te ver dormir/ E me fingir de burro/ Pra você sobressair") ou na belíssima "Blues da Piedade" ("Vamos cantar o blues da piedade/ Porque há um incêndio sob a chuva rala/ Porque somos iguais em desgraça").
Os sinais da doença tornam-se cada vez mais evidentes. Durante a turnê do lançamento de "Ideologia", Cazuza desmaia em um show em Belém do Pará. Noutro, no Canecão, cospe em cima da bandeira do Brasil. Em Maceió, arria as calças revelando não usar nada por baixo. Em meio a tudo isso, sofre com o turbilhão do tratamento da Aids, feito à base de AZT, remédio que lhe dá violentos efeitos colaterais. No começo de 1989, é lançado "O Tempo Não Pára", registro ao vivo dessa turnê; mais de 500 mil cópias são vendidas. Em fevereiro, finalmente admite em público, através de uma entrevista concedida a Zeca Camargo para a Folha de S. Paulo, que está com Aids. A partir desse dia, a imprensa não lhe dá paz. Pouco depois, contrai hepatite; do leito do hospital escreve freneticamente novas letras, agindo como se apenas suas atividades musicais fossem capazes de mantê-lo vivo. De cadeira de rodas, grava o álbum "Burguesia" em condições periclitantes: febril, com a voz débil e irregular.
Em 26 de abril de 1989, um duro baque: a revista Veja estampa em sua capa uma foto ressaltando a magreza quase esquelética do cantor, com a sensacionalista manchete "Uma vítima da Aids agoniza em praça pública". Cazuza lê toda a reportagem com olhos lacrimejantes, que se transformam em choro compulsivo após a leitura do último parágrafo, que sentenciava: "Cazuza não é um gênio da música. É até discutível se sua obra irá perdurar, de tão colada que está no momento presente". Em agosto sai "Burguesia", álbum duplo que contém a faixa "Azul e Amarelo", dos significativos versos "Senhor, estou pronto para ir ao seu encontro/ Mas não quero/ Não vou/ Eu não quero".
Dois meses depois, Cazuza é internado em São Paulo devido a uma hemorragia interna. Submete-se a tratamentos alternativos, que incluem vacinas à base de sangue de cavalo (pouco havia a fazer na época). Cazuza morre no dia 7 de julho de 1990, aos 32 anos de idade (pesava apenas 38 quilos). Seu legado: 126 músicas gravadas por ele mesmo, 34 por outros intérpretes e cerca de 70 inéditas.
(Um parênteses - reli hoje uma entrevista concedida por Cazuza a Sônia Maia para a edição de março de 1989 da finada revista Bizz, e me deparei com a seguinte declaração: "Eu ainda vou fazer uma excursão da Challenger para a Disneylândia, dar uma volta pela Inglaterra, entendeu? Nem preciso chegar na Lua, a Lua eu deixo para os meus netos". Que merda constatar que as idéias não correspondem aos fatos.)Escrito por Alexandre Inagaki em abril 12, 2004 10:17 PM TrackBack

sexta-feira, 6 de junho de 2008

geracao coca cola

No fim doa anos 80, inicio dos 90houve um êxodo no Brasil saindo da mancha ditatorial e entrando num país mais aberto ao mundo, tão aberto que as indústrias americanas enraizavam aqui, algo diferente começava a acontecer, eram os acordos que FHC fez para expansão das indústrias e comércio, tal expansão responsável por uma geração fast-food, um pais que quer ser igual ao outro e não ser o que é.
Geração coca-cola retrata a geração que vivia do consumo de produtos importados tidos como americanizados, que quer vestir, consumir, parecer e falar como os outrens é não como devem.
A música Admirável chip novo da cantora brasileira Pitty diz: “Nada é orgânico é tudo programado, e eu achava que tinha me libertado, mas lá vêm Eles novamente e eu sei o que vão fazer: Pense,fale,compre,beba,leia,vote não esqueça,use,seja,ouça,tenha,more, gaste e viva; Não senhor, Sim senhor.”
Quando Renato Russo disse que fomos programados em 95 a Pitty reafirma em 2000, uma década depois ainda somos manipulados, ainda obedecemos a ordens alheias, achávamos que havíamos sido libertados por respeito, mas a repressão esta nos portões de fundo em todos os lugares, a liberdade dos negros e o fim da revolução nada mais foi do que máscaras de liberdade, ao tirá-la, continuamos obedientes.
Tratam o Brasil como a Esbórnia, um grande lixão, tudo que não foi interessante quanto à música, filmes, seriados e desenhos são embalados e lançados aqui, a mídia sabe que o Brasil já está condicionado a gostar desse lixo e a mídia precisa corresponder a esse gosto. Nesta correspondência há duas vias; a dos que aboliram este caráter de programados e reagem às aversas, sendo formadores de opiniões;por outro lado os reprodutores daquilo que se ouviu devolvendo essa reprodução não só a sociedade mas ao mundo.
Somos filhos da revolução por que não somos revolucionários, nem queremos ser, somos apenas nostálgicos de uma luta que não foi nossa. O que é nosso,é a sede de gastar o que não temos e competir com quem pudermos, moldando um caráter já incutido; o da copia, do plágio, do ser outro. Sendo que o certo era conscientizar a sociedade que competimos de igual para igual na cidadania, pois acima de tudo é isso que somos empenhados em fazer o melhor, é não um país de malandragem.
Por:Ketleen Meskita

Eu, umbigo!

Sendo eu uma cicatriz deixada pelo cordão umbilical no ventre, ainda como cordão, sirvo para transportar alimentos a uma criação tão linda; um bebê. Este leva toda sua vida uterina recebendo o que eu lhe mando transportado como alimentos, oxigênio, amor e até os sentimentos da mãe são conduzidos.
Às vezes enrolo-me no bebê e me torno muito perigoso, pois posso sufocá-lo.
Ao nascer o bebê, eu costumo cair entre uma a duas semanas após o nascimento formando então o umbigo.
As mães apesar de saberem que sou um pedacinho que restou daquilo que ligava o bebê a elas, agora vêem um serzinho único e não mais parte dela. Comigo ligado a mamãe deixava tudo sobre controle na barriga, comigo cortado sou uma ferida da separação, da perda do controle, que não e mais só dela o bebê, mas partilha com o mundo.
Esse bebê tornando-se uma linda jovem me usa para exibição colocando mini-blusas; biquínis; para me mostrar aos outros, sempre acompanhado de uma barriguinha bem sequinha. Também sou ornamentado com um brinco, chamado piercing.
Quando os jovens querem sair de casa cedo, as mães logo dizem: “Já tão querendo corta o cordão né?!”, (triste realidade, mas já esta rompido faz tempo),quando alguém vai embora usa a frase: “E triste mas tenho que cortar o cordão umbilical(para brincar e deixar claro sua ligação com esse alguém).
Considerado símbolo sexual quando as mulheres turbinadas me exibem bronzeado e descolorido, é bem a cara do Brasil! Para os latinos sou ponto central do equilíbrio do corpo, para cientistas que não tem que fazer sou um armazém de fiapos coloridos.
Às vezes sofro queimadura no fogão com o gotejar de gorduras, doces...
Assim alguns me lambem outros fazem - me cócegas, a obesidade me esmaga, me torna grande, flácido e desconhecido, tem gente por ai que olha para o próprio umbigo, eu não arriscaria isso!
Por:Ketleen Meskita

“Não há uma boa sociedade se os políticos não fizerem uso da ética”

Um dos temas mais polêmicos dentro do quadro político brasileiro refere-se à ética: a ética dos candidatos, a ética do cidadão brasileiro, a ética no processo eleitoral... Será que existe essa ética? Se existe, até que ponto ela é favorável na execução de um voto? Em entrevista às repórteres Raquel Mendonça e Ketleen Mesquita, a professora acadêmica Aldenize Nascimento, especialista em filosofia e mestre em educação, esclarece a situação política existente hoje no Brasil, e dá sua opinião para uma melhoria de conscientização do voto.


Jornal- Há definição para ética na política?

Aldenize Nascimento- A definição de ética abarca todas as áreas e não especificamente a política. Poderíamos dizer que ética seria a teoria do comportamento moral dos homens em sociedade. Então, ética na política seria uma série de princípios morais que regeriam a ação política do homem.

Jornal- Até que ponto a política é compatível com a ética?

Aldenize- Teria que ser totalmente compatível, pois de outra forma o agente político se torna um ditador.

Jornal- A política pode ser eficiente se incorporar a ética?

Aldenize- Sim. O homem é um ser político. Não se pode ter uma boa sociedade se os agentes políticos não fizerem uso da ética.

Jornal- Não seria puro moralismo exigir que a condição da política seja justamente a ausência do despotismo (forma de governo em que o poder se encontra nas mãos apenas de um governante)?

Aldenize- Não. Ainda acho que o governo democrático, mesmo que ainda em formação, como é o caso do Brasil, seja a melhor forma de exercício político.

Jornal- O que as pessoas deveriam levar em conta na hora de votar, quando falamos em ética?

Aldenize- A postura do candidato frente às situações da sociedade, verificar se ele (a) é um (a) agente político que procura respeitar os preceitos de uma política que leve a sério o cidadão.

Jornal- Em sua opinião, como poderia mudar o quadro político brasileiro?

Aldenize- Mudanças de alguns políticos da safra antiga, herdeiros do regime militar e uma maior consciência política dos cidadãos brasileiros, que apenas há cerca de 20 anos estão amadurecendo o exercício da cidadania.


Um dos temas mais polêmicos dentro do quadro político brasileiro refere-se à ética: a ética dos candidatos, a ética do cidadão brasileiro, a ética no processo eleitoral... Será que existe essa ética? Se existe, até que ponto ela é favorável na execução de um voto? Em entrevista às repórteres Raquel Mendonça e Ketleen Mesquita, a professora acadêmica Aldenize Nascimento, especialista em filosofia e mestre em educação, esclarece a situação política existente hoje no Brasil, e dá sua opinião para uma melhoria de conscientização do voto.


Jornal- Há definição para ética na política?

Aldenize Nascimento- A definição de ética abarca todas as áreas e não especificamente a política. Poderíamos dizer que ética seria a teoria do comportamento moral dos homens em sociedade. Então, ética na política seria uma série de princípios morais que regeriam a ação política do homem.

Jornal- Até que ponto a política é compatível com a ética?

Aldenize- Teria que ser totalmente compatível, pois de outra forma o agente político se torna um ditador.

Jornal- A política pode ser eficiente se incorporar a ética?

Aldenize- Sim. O homem é um ser político. Não se pode ter uma boa sociedade se os agentes políticos não fizerem uso da ética.

Jornal- Não seria puro moralismo exigir que a condição da política seja justamente a ausência do despotismo (forma de governo em que o poder se encontra nas mãos apenas de um governante)?

Aldenize- Não. Ainda acho que o governo democrático, mesmo que ainda em formação, como é o caso do Brasil, seja a melhor forma de exercício político.

Jornal- O que as pessoas deveriam levar em conta na hora de votar, quando falamos em ética?

Aldenize- A postura do candidato frente às situações da sociedade, verificar se ele (a) é um (a) agente político que procura respeitar os preceitos de uma política que leve a sério o cidadão.

Jornal- Em sua opinião, como poderia mudar o quadro político brasileiro?

Aldenize- Mudanças de alguns políticos da safra antiga, herdeiros do regime militar e uma maior consciência política dos cidadãos brasileiros, que apenas há cerca de 20 anos estão amadurecendo o exercício da cidadania.

Por:Ketleen Meskita

onda



A gente vë tudo nessa vida mesmo,e esta sempre disposto a saber mais....

Mas MAKUMBA virtual ai e demais neeeee.....

terça-feira, 27 de maio de 2008

Desastres do PhotoShop. O umbigo sumiu!!!!



Não é novidade pra ninguém que muitas pessoas antes de colocarem suas fotos no Orkut dão uma passadinha no photoshop, principalmente as garotas. Seja para fazer uma bela "obra de arte" ou para esconder aquela celulite.
Das diversas imagens que vemos diariamente pela Internet, há aquelas que ficamos nos perguntando intrigados: "Será montagem?!?!? o.O"
E aquelas e que a única coisa que nos resta é rachar de rir do infeliz que manipulou a imagem e fez uma bela cagada.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Os discos evangélicos mais estranhos de todos os tempos


Quando alguém fizer a lista dos discos mais bizarros de todos os tempos terá que incluir "Demônios que Choram - Espantosas Gravações de Demônos Falando Através das Pessoas Possuídas por Eles" (Crying Demons - Amazing Recordings of Demons Speaking Through People Who Are Possessed by Them). Só a capa já garante o posto:Quando alguém fizer a lista dos discos mais bizarros de todos os tempos terá que incluir "Demônios que Choram - Espantosas Gravações de Demônos Falando Através das Pessoas Possuídas por Eles" (Crying Demons - Amazing Recordings of Demons Speaking Through People Who Are Possessed by Them). Só a capa já garante o posto:

O álbum é uma coleção das gravações dos exorcismos realizados pelo famoso pastor americano A. A. Allen nos anos de 1960. O disco de vinil é uma raridade (parece que a maior parte do estoque se queimou num incêndio em um depósito décadas atrás), mas o CD ainda pode ser comprado (US$ 9,90) através do site mantido pela família de Allen. Vale a pena. A julgar pela amostra grátis que é possível escutar em alguns sites o disco é tão trash quanto a capa.Em um trecho por exemplo, ouvimos Allen expulsando um demônio de uma mulher em um ritual que lembra mais a negociação com uma criança mimada do que com um demônio das profundezas do inferno:
"Diabo, você vai sair.", comanda com autoridade o pastor"Eu não vou a lugar nenhum...", responde sonolentamente o diabo."Você vai sair daí.""Eu não vou a lugar nenhum...""Você vai sair daí.""Não...""Você vai!""Não...""O que faz você pensar que não vai sair?""Eu não vou.""Você vai sair sim!""Nãaaaaoooo, eu não tô te incomodando...", diz o diabo como uma criança birrenta cujo pai estivesse mandando para a cama muito cedo."Eu te expulso, em nome de Jesus!!", apela o pastor, já sem paciência."Eu não tô te incomodando...", insiste o Encosto, fingindo que não ouviu.Infelizmente não dá pra saber como o exorcismo termina, mas pelo jeito alguns demônios precisam mais de uma super babá, daquelas dos reality shows da TV, do que de exorcistas para expulsá-los.A.A. Allen foi um dos mais carismáticos e controversos pregadores da igreja Pentecostal (do mesmo ramo protestante das Igreja Universal e Assembléia de Deus no Brasil) nos anos de 1950 e 60. Se Jesus multiplicava peixes Allen multiplicava dólares. Não que isso seja estranho ao negócio das religiões; a diferença é que Allen dizia fazer isso literalmente: o pregador afirmava que Deus lhe dava o poder de transformar notas de 1 dólar em 20 (embora isso não diminuísse seu empenho em coletar dízimos; Allen afirmava que Deus tinha lhe garantido o poder de conferir uma benção especial para os que doassem 100.000 dólares para sua obra missionária). Por um breve período Allen manteve um programa de rádio chamado "Raise The Dead", onde afirmava poder ressuscitar os mortos, mas infelizmente o programa foi cancelado depois que os fiéis pararam de enterrar seus entes falecidos esperando que Allen os trouxesse de volta. Abaixo nós o vemos na capa de outro disco evangélico com lugar garantido na nossa lista: "Deus é um Assassino" (God is a Killer).



Os exorcismos de Allen também podem ser vistos em vídeo, caso você queira saber como eram as sessões de descarrego nos tempos da brilhantina (descontando os penteados, não muito diferentes dos atuais, adianto...).Para que os fiéis de um culto protestante se comovam diante de espetáculos de exorcismo é preciso que eles acreditem que o diabo existe, em primeiro lugar. Aí entra o álbum seguinte na nossa lista dos discos evangélicos muito estranhos: "Satã é Real" (Satan is Real), da dupla The Louvin Brothers:



Tudo bem que o mau gosto intimide mais do que o capeta de papelão, mas as músicas até que não são ruins.E finalmente, para completar nossa lista, vem o disco dos exorcistas que primeiro dão porrada e depois fazem perguntas: "O Pregador Faixa Preta" (Karatist Preacher -- acho que ficaria melhor assim em português), do instrumentista Mike Crain.




Este merece. Um pastor com franjinha estilo Monkeys que expulsa o demônio com golpes de karatê é algo que nem a dupla Quentin Tarantino-Robert Rodriguez teria imaginado.Caso você queira montar sua própria lista, aqui e aqui há mais alguns candidatos.
posted by widson porto reis at 8:50 PM

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Caso Pais de Isabela...

Novamente presos.Não há outro alguém para suspeitar,não há mas maneiras de levar essa história a diante ,pois próximo esta o seu fim.Pergunto -me se o silêncio deles e a causa de tudo,se já sofreram tanto que não à o que dizer,ou se realmente são culpados mas estão arrependidos por isso o choro ea cabeça baixa ,ainda assim penso que não foram fieis ao seu advogado quanto a verdade ou se estão sendo tão fieis que cheja a ser quase impossivel a inocencia de tais.
Meu espírito cristão diz :sim! que a algo de errado que ainda nao foi dito,sim eu choro ao ve-los na tv algo me diz que não são culpados mas ,sera frieza deles ou estado de choque?Gostaria tanto de ver um povo mas conciente nestas horas,que pensa-se o outro lado da historia,que se pusesem no lugar deles,e senti-se tal presão,humilhação,e vergonha.

Por:Ketleen Meskita

sábado, 26 de abril de 2008

conhecer alguem e muito perigoso

Eeeeeeeee isso! voce nunka sabe o ke pode acontecer,se e um criminoso ou um gente boa, ou se vai ser eterno amigo,ou vai te roubar...conplicado pois o mundo sente medo é eu com ele tambem sinto,depois termino
Por:Ketleen Meskita

quinta-feira, 10 de abril de 2008

EU TE AMO KAYO

Embora a distancia a uma linha que nos une,embora frustrados com Deus,temos um amor passional e racional por Ele,embora nossos sonhos tenha se iniciado e não concluído vivemos,embora dizendo que eskemos ,a chama keima o peito.Dissemos a Ele: “deixamos tudo pra trás se quiser,nossa família,nosso lar,nossa carreira talvez promissora,trabalho e faculdade,se apenas quiser e disser pra irmos”.Mas Ele não disse,uma só palavra.Queria que chorássemos, esperneássemos, gritássemos.Abrão e Sara riram de Deus, e com Deus porque ,Deus ria também,prometeu a 2 velhos quase centenários um sonhado filho ;reação?COMPRAS!De tudo, roupinhas, quarto novo, brinquedos, talquinho... mas o filho não veio.Houvera Deus brincado com eles?Eles tentaram tudo, o assunto era sempre o mesmo na hora do almoço, coração apertado, choro quardado,(Lembra kando o carro capotou era assim que nos sentíamos),então erraram ao terem um filho que não era deles,frustraram o sonho já frustrado de tanto se ouvir falar,conformara-se em olhar pro céu com olhos cheios de lagrimas e um logo silêncio como quererá disser: “você brincou Pai,você brincou comigo”.Passaram 14 logos,frios,dolorosos,magoados anos, onde o esquecimento já era ,onde outros assuntos rolavam no almoço, e viviam já em paz.Ele veio de novo dizendo a mesma coisa de antes,Prometendo a mesma promessa,e eles?Riram e lógico.Com uma esperança num fundo bem distante dos sentimentos ,creram e não creram(ao mesmo tempo).Quando tudo já estava empoeirado,os brinquedos,as roupinhas o quarto abandonado,ACONTECEU O FILHO.Porque simplesmente eles havia calado,parado de questionar Deus,parado de rir do serio.Isso me deu tanta força,POIS SEI O QUANTO PRECISO DE VOCE,MAS NÃO ME PEÇA PRA ENTENDER DEUS(sei que também não consegue)MAS A BIBLIA DIZ QUE DEVEMOS [b]CONPRENDER A ELE E SÓ.Te tenho fincado no meu peito e sinto muito sua falta,sinto falta de nós,das loukucas,da garra,não éramos comunistas,mas se fossemos íamos ate o fim pela pátria não muito amada mãe,mas getil,ainda amamos nossa pátria ainda qeremos conkista-la sim,enprendamos antes dos 14 anos,EU TE AMU KAYO.

Por:Ketleen meskita

quarta-feira, 9 de abril de 2008



FIKE FELIZ ,pois apesar de voce se axar um lixo,pense bem!pois alguem teve coregem de morrer por vc,JESUS entregou sua vida a morte para ke voce tivesse vida, mas uma vida limpa,pura,saudavel!viva assim e fara da pascoa algo com real sentido,amu voces,vivam livres mesmo.e tao dificil refletir uma hora dessas sobre a vida ...sao 1;30h ...sou tao feliz com tudo qe o meu Deus tem me proporcinado,nao!nao!nao falo de um Deus distante,mas de um pai,ele esta aki todos os dias qando acordo ,me faz feliz,me deu 1 marido fantastico,me faz conpreender tudo no tempo certo.vc nao tem nada a ver com isso mas reflita hj sobre como encontrar Deus nas pekenas coisas ou melhor,nos lugares inusitados.

Por:Ketleen Meskita

quarta-feira, 2 de abril de 2008

A explicitação dos atos da fala em textos jornalisticos - cheque-mate!


Para explicitar os atos da fala em textos jornalisticos,vale lembrar as teorias pragmaticas de Austin,Jakobson e Saussure as quais trazem a força que o ato de falar ganha, a cntralização do arranjo sintatico e semantico e os efeitos que obtem,mas apenas se dá quando há emissor e receptor,dando sempre um significado ao significante,o conjunto das teorias alicersam os textos jornalisticos.
Quando algum Ministerio "diz" ou "confessar" (Manual da redação:Folha de S. Paulo,1992,p.116)isso depende de quem escreve,criando um confronto com o Minstro inexistente,o que é favoravel quando a retórica persuarde uma massa, tornando uma gentil conversa entre ministro e deputado em um ato criminoso e recriminadopela sociedade, emcontra partida o contrario dessa reação e a criação de um terrvel escandalo do politico, com o escritor de um determinado jornal,pois deixa sua imparcialidade(ja trincada pelo dezuso)comprometida com o erro.
Ao redigir uma materia ou artigo tem que haver bom senso por parte do jornalista para que nao crie fatos que nao existem.
No caso quem afirma que é eleitor de Luiz Inácio Lula da Silva(Folha de S. Paulo,18/07/94,p.5-4),está mais que "dizendo" ou "declarando",está expresando,ai é onde encontramos a interpretação do ato da fala munidos do ilocuciónorio e locuciónorio,então lê-se no outro ,atos mas verdadeiros que a fala .
Mas que isso Austin(1990,p.21-22) declara:
"Por mais tempo que o necessario ,os filosofos acreditam que o papel de uma declaraçã o era tão somente o de 'descrever' um estado de coisas ou declarar um ato,o que deveria fazer de modo verdadeiro ou falso(...)".Compreende-se então que nao há um só modo de descrever já que além das declarações também utiliza-se de perguntas,respostas, exclamações ,sentenças de ordem, desejos ou concenssões,sendo assim declarar-se de muitas formas é possivel,precisa apenas manter a linha do alcance.

Por:Ketleen Meskita

terça-feira, 1 de abril de 2008


sinto que e disso que preciso,serio! HOJE na parada onde pego onibus todooooooooooos os dias ri muito com meus amigos (e dai ne?)mas sinto que precos das minhas ferias que me foram roubadas.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Mundo Coariense
Os meios de comunicação entre os humanos foram evoluindo lentamente. Começamos com sinais na comunicação direta e para os outros mais distantes ou de outros tempos foi utiliazada a pintura e o desenho. Os achados nas cavernas assim nos dizem.
Hoje nunca tivemos tantos meios de comunicações: TVs, rádios, telefones (sem-fio, celular) e a internet. Em Coari quando queremos comunicar a população de algum acontecimento usamos um carro de propaganda volante. Um exemplo desse é o carro aí na foto. Não tem erro. É o meio de comunicação mais seguro e usado da e usado da cidade.




Identificação Visual - Empresa Coca - Cola
1. Introdução

A origens da logomarca, como hoje a conhecemos, são muitas e polêmicas. No século XVI, como as casas e as ruas na Inglaterra não eram numeradas, nem possuíam qualquer designação, o comerciante identificava sua loja com um símbolo evocativo, que deu origem às marcas e logotipos da atualidade..
A origem das logomarcas remonta também aos criadores de gado, que precisavam marcar seus animais com símbolos que identificassem a propriedade, pois os mesmos não possuíam uma região geográfica delimitada e podiam misturar-se com outros rebanhos. Os primeiros comerciantes também utilizavam o recurso gráfico para diferenciar suas mercadorias das demais em um depósito ou carregamento, que acabava tornando-se um sinal de procedência e qualidade. Mas o autor ainda relembra que os artesãos e oleiros do antigo Egito e da Mesopotâmia costumavam assinar seus trabalhos como uma marca de orgulho profissional. As marcas chegavam a ser utilizadas até mesmo por padeiros, que a utilizavam para dar forma aos seus pães e confeitos.
outras.
2. Identidade Visual
Identidade Visual -Trabalho que reúne toda a referência visual que leva a identificar uma empresa ou produto em suas diversas variações, vinculando-os.
Reúne informações visuais como os logotipos, tipos, cores, disposições e arranjos gráficos que devem se manter dentro de um padrão para estabelecer a consolidação de uma marca.
As pesquisas comprovam que a maior vantagem competitiva de empresas bem sucedidas é a imagem da marca e sua solidez.
Um exemplo inquestionável disso é a Coca-Cola, que apesar de apresentar um produto alimentício de grande aceitação, estaria, no entanto, extremamente vulnerável, hoje em dia , por poder ter sua fórmula química facilmente reproduzida e vendida com outro nome pela concorrência, mas devido ao forte apelo comercial de sua sólida marca, esta não corre risco, sendo reconhecida mundialmente devido a sua apresentação visual, que pode variar dentro de padrões pré-estabelecidos e manter a consolidez da marca.
3. Manual da marca ou guia de identificação visual da empresa
Manual que reúne os elementos de identificação visual de uma empresa ou produto. Os manuais não significam no entanto rigidez ou excesso de detalhes. Na verdade, devem ser sintéticos e ter bem expresso um conceito previamente estabelecido, para que a flexibilidade (indispensável para se evitar o desgaste ou cansaço de leitura da identidade visual) não implique na perda de identidade.
Alguns itens obrigatórios para manuais: especificação da cor, recomendações e proibições para uso da marca, diferentes posições de assinatura (vertical ou horizontal), criação de tipografia para uso em todas as aplicações, originais para reprodução (normalmente em preto e branco) e amostras de cor para papéis brilhantes e foscos, para fundos pretos e coloridos.
Outros itens: Regras de quadrícula da marca e espacejamento entre as letras do logotipo,
Limites de redução da marca e do logotipo, padrões cromáticos, proteções ( áreas mínimas de não interferência ) e identificação externa (sinalização) .
Logotipo, logomarca, marca, símbolo.

A identidade corporativa traduz os valores da instituição através de vários elementos: a marca gráfica da empresa, as suas comunicações (interna e externa), o seu ambiente de produção ou atendimento, o tratamento que dá ao cliente, a apresentação dos seus profissionais, o seu material impresso, nome, portfólio de produtos etc...
Ao contrário da identidade corporativa, que define quem a empresa é, a imagem corporativa define como a empresa se parece, ou seja, como ela é vista pelo público.A imagem corporativa é uma representação mental, no imaginário coletivo, de um conjunto de características e valores que funcionam como estereótipo e determinam a conduta e as opiniões da instituição.
O símbolo é um dos elementos base da identidade visual que pode integrar (ou não) uma marca. Pode ser abstrato e desprovido de significado, figurativo e representativo de conceitos ligados à atividade da instituição ou à sua política. Constitui freqüentemente o elemento mais forte da identidade corporativa e concentra na sua simplicidade toda a força de uma identidade global complexa e de múltiplos significados.Dispensa palavras. Facilmente entendido dificilmente explicado.
O logotipo é a forma particular como o nome da instituição ou produto é representado graficamente, pela simples escolha de uma fonte de texto ou desenho original de uma fonte específica. Juntamente com o símbolo, constitui a logomarca, no entanto, é freqüentemente o único elemento e principal representação gráfica da mesma.
Entende-se por marca a representação simbólica de uma instituição, produto, serviço...A representação simbólica é normalmente constituída por um nome e por imagens ou conceitos que a distinguem. Quando se fala em logomarca, usualmente referimo-nos à representação gráfica no âmbito e competência do design gráfico, onde a marca pode ser representada por uma composição de símbolo e/ou logotipo. Uma logomarca eficiente consegue, ao mesmo tempo, ser simples, objetiva, forte, expressiva, moderna, harmônica e original.No entanto, o conceito de marca é bem mais abrangente do que a sua mera representação gráfica. A instituição, através de seu nome e representação gráfica - comunica a "intenção" de um produto/serviço, que traduz os seus atributos e a diferencia no mercado. É isto que a faz especial e única frente à concorrência.
É um documento técnico concebido pelos designers responsáveis pela concepção da identidade corporativa, que reúne as especificações, recomendações e normas essenciais para a preservação das características da marca, com o objetivo de facilitar a sua correta e coerente utilização, propagação, percepção, identificação e memorização.
Sua Logomarca

A princípio, o concentrado era embalado em pequenos barris de madeira, na cor vermelha. Por isso, o vermelho foi adotado como cor oficial da bebida. Até 1915, uma pequena quantidade de cocaína estava entre os ingredientes do refrigerante.
Asa Griggs Candler comprou Pemberton e seus parceiros em 1887 e começou a realizar uma campanha agressiva de marketing do produto. A eficiência destes anúncios não seria percebida até muito tempo depois. Pela época de seu 50º aniversário, a bebida já tinha alcançado status de ícone nacional americano.A Coca-Cola foi vendida em garrafas pela primeira vez em 12 de março de 1894 e as primeiras latas de alumínio da Coca apareceram em 1955. O primeiro engarrafamento da Coca-Cola ocorreu em Vicksburg, Mississippi na Biedenharn Candy Company em 1891. Seu proprietário era Joseph A. Biedenharn. As garrafas originais eram garrafas Biedenharn, muito diferentes do visual atual de silhueta que as garrafas possuem. Asa Candler estava em dúvidas quanto ao engarrafamento da bebida, mas os dois empreendedores que propuseram a idéia foram tão persuasivos que Candler assinou um contrato dando-lhes controle total do procedimento. Porém o contrato tornar-se-ia ainda um problema por décadas para a companhia, devido aos seus termos um tanto falhos.
O uso do vermelho

Na sociedade ele tem um forte valor ritualístico devido a sua associação á carne e ao sangue, representa desde pactos de sangue até rituais de circuncisão.
Além disso, a dificuldade de se extrair pigmentos escarlates para o tingimento de tecidos na Europa, fez com que os mantos dos reis e nobres fossem dessa cor, expressando sua superioridade espiritual, temporal e financeira. Por outro lado, o Clero associava essa cor ao inferno, ao pecado, à volúpia e à irá.
Ao chegarem em terras brasileiras, os português associaram os nativos ao demônio por causa de seus corpos pintados com urucum.Já no Oriente a cor vermelha sempre foi ligada a aspectos positivos como nas celebrações de paz e boa sorte dos chineses e à pureza espiritual para os indianos.
A partir da revolução francesa, a cor vermelha “lê Rouge” era uma das representativas do movimento revolucionário francês e com isso passou a ser um dos estandartes da democracia e da igualdade social. Em 1789 o comunismo organizado tomou também a cor, à qual é hoje vinculado. Vermelho é a cor do Pentecostes, do sangue de Cristo, da Igreja.
Cor da paixão, do romance, do diabo. Em algumas regiões da África é sagrado. É débito, conta no vermelho. Na América do Norte, é baixa na bolsa. No leste asiático, denota alta.
Vermelho é comunismo, socialismo. É Coca-Cola, McDonald´s e Ferrari. Para os publicitários é a primeira cor que observamos. Também é a primeira cor que podemos ver no espectro visível de raios, ondas de 670 a 730 nm. Cor primária na luz.


Historia da Empresa

Coca-Cola é um refrigerante de noz-de-cola vendido em mais de 140 países. É produzida pela Coca-Cola Company, que também é ocasionalmente referida como Coca-Cola ou Coca. É a marca mais conhecida e vendida do mundo. A maior concorrente da Coca-Cola é a Pepsi . Além de "Coca-Cola", o refrigerante recebe os nomes de "Coca", "Coke" ou apenas "Cola" dependendo de cada país ou região.
A Coca-Cola bebida, foi desenvolvida a partir da fórmula de um remédio para tosse, inventado pelo farmacêutico Rodrigues Pemberton, um ex-coronel tenente do Exército dos EUA, que em 1886 em Columbus, no estado da Geórgia, EUA teve a idéia de diluir gelo ao xarope tornando-o um agradável refresco. Recebeu originalmente o nome de Pemberton's French Wine Coca. Ele foi inspirado pelo sucesso formidável de um produto similar europeu de Angelo Mariani.John S. Pemberton.
A bebida recebeu o nome de Coca-Cola porque originalmente o estimulante misturado na bebida era cocaína, que vem das folhas de coca da América do Sul. A bebida também recebeu seu sabor de noz de cola. Hoje, o estimulante foi alterado para cafeína, mas o sabor ainda é feito através de noz de cola e folha de coca. A cocaína foi removida das folhas e a bebida não contém traços da droga. Era vendida originalmente como remédio por cinco cents o copo. Depois foi relançada como bebida leve. As primeiras vendas foram feitas na Farmácia de Jacob na cidade de Atlanta, em 8 de maio de 1886, e pelos primeiros oito meses apenas nove bebidas eram vendidas durante o dia todo. Pemberton anunciou a bebida pela primeira vez em 29 de maio do mesmo ano no Atlanta Journal.
Coca esteve na guerra
Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, os soldados americanos enviaram cartas para a Coca-Cola Company, pedindo que a bebida lhes fosse fornecida. Motivada com as cartas, a Coca-Cola desenvolveu "fábricas" móveis que foram enviadas para as frentes de batalha junto com técnicos da empresa, que garantiam a produção e a distribuição da bebida para os soldados. Ela acabou exercendo o papel de um símbolo patriótico. A popularidade da bebida aumentou bastante após a guerra, quando os soldados voltaram fazendo propaganda do refrigerante. Então foi lançado um tipo de embalagem que vendia 6 garrafas de coca-cola (sixposts), a qual se tornou preferida das donas de casa americanas.

9. Criando uma lenda
No ano de 1931 a Coca-Cola criou a imagem do atual Papai-Noel, personagem mais conhecido do mundo, para tentar conquistar um público mais jovem. As cores da marca, vermelha e branca, foram utilizadas pelo artista Haddon Sunblom, que inspirado em seu grande amigo, Lou Prentice, desenhou o personagem que seria utilizado em uma campanha publicitária natalina.




10. Conclusão
Em 1886, a Coca-Cola surgia como um sabor refrescante único em uma farmácia de Atlanta. Por várias gerações tem estado associada a momentos e lugares especiais e aos mais simples prazeres da vida. Essa é a magia da marca que, hoje, em seu segundo século de existência, quer continuar levando essa magia para todos os lugares, através de suas mais de 230 marcas, em mais de 200 países ao redor do mundo.
“Como um liquido 99% composto por água com açúcar pode transformar culturas e influenciar a vida de bilhões de pessoas? Como um elixir medicinal, inventado por um farmacêutico dependente de morfina, transformou-se na bebida mais adorada em todo o planeta,com espertíssimas estratégias de marketing que fazem coca -cola ser consumida mais de 900 milhões de vezes por dia, e saiba como você pode ter sido influenciado por elas, sem nem ter se dado”,trecho do documentário do
Discovery channel (Superinterresante),explicitando como uma formula munida de Concentrado de Açúcar queimado - Caramelo - para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose - açúcar (HFCS-High Fructose Corn Syrup - açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração,pode tomar toda um planeta,tudo responsável não mas nem menos do que uma boa publicidade.O que fez a Coca- cola ser o que é,não e sua ludibriadora formula de sensações mas, a massificação de publicidade,propaganda,marketing, e todo recurso visual.sonoro,sensitivo que possa existir,esse foi, e é o segredo

11. Bibliografia
AZEVEDO, Wilton. Os signos do design. São Paulo: Editora Global, 2
ª
edição, 1996. 144 p.

Vinícius Proença -
www.geocities.com
dDaniele Vsilva, © copyright 2007.
Psicodinâmica das Cores em Comunicação - MODESTA FARINA
NNilza Padovani Feitosa F.
aCarolina Meyer
AZAMBUJA, César. Isso sim é real. Rio de Janeiro: Clio Editora, 2004.

Por:Ketleen MeskiTA
Periquitas na Mangueira


Eu odeio perguntas, mas, todos as fazem.
Quanto eles entendem fico surpresa, pois são lerdos, ou melhor, lentos!
É assim todo o dia, eu chego na Faculdade e logo me bombardeiam com perguntas diversas, como se trabalhasse em algum tipo de disk informação, tenho cara?
Sinto-me sufocada, mas, respondo individualmente e me canso...
Eles acreditam que tenho obrigação de saber tudo, de informar, de explicar.
Suas perguntas são continuas e inquietantes, sempre as mesmas, sinto vontade matar todos!Isso e serio.
Chamam-me de estressada, mas já avisei que vou deixar de ser representante deles!
Sempre...Mechem nas minhas coisas, vasculham, comentam, falam alto, gritam, incomodam á todos. Repetem meu nome varias vezes, como se eu não ouvisse. Só me sinto livre quando saem pra lanchar, nooossa que alivio!
Enquanto escrevia perguntavam-me se realmente falaria deles assim, fala serio! Até sobre o que eu escrevo, eles perguntam!
Eu sei, eu sei, posso esta até fazendo algo homenageador...
Um dia explodo, mas antes mato todos esses periquitos.
...


Ketleen Mesquita.

Por:Ketleen Meskita

quarta-feira, 19 de março de 2008

Sinalizar é informar

A Sinalização ou sistema para orientação (também chamada Sinalética), é uma das disciplinas do conhecimento e da formação do arquiteto e urbanista. O domínio de técnicas para desenvolvimento de signos de advertência,
pictogramas, setas, tipografia específica e de cores são códigos visuais que proporciona o rápido entendimentos das informações e traduzem a hierarquia orientadora, necessária ao receptor,promovendo então a identificação de cada sinal simbólico ou escrito, assim quaisquer que seja a instituição pode então sem ruídos informar com qualidade e precisão ,não tão somente informar mas também comunicar deixando claro as normas e regras institucionais. A falta desses sinais de orientação pode causar frustrações por parte de quem tem necessidade dos serviços locais gerando transtornos e deixando-os, mas confusos.No caso a universidade particular descrita, sofre pequenos transtornos por conta de uma sinalização constrangedora e sem alcance.

Por:Ketleen Meskita
O “Eros” Quotidiano




Tendo em vista que os publicitários são boa parte dos utilizadores dos recursos ditos como “erótica de consumo de massa”, não tão somente de um erótico relacionado ao sexo, mas ao que ele proporciona - prazer. O desejo do individuo revela-se quando conquistado por vitrines, revistas, filme e propagandas as quais são prazerosamente recebidas.
Essa conquista erótica organiza-se de modo sagaz, indo alem da ótica tendendo á envolver e manipular, com poder de ditar modas a serem seguidas, dietas a serem aplicadas, e estilo de vida a ser adotado. No meio desde capitalismo a religião freia o prodigioso élan do erotismo.
São toda uma gama de mercadorias cuja finalidade não,e propriamente falando,erótica. Tornando o que e secundário – primário; produtos submetidos a outros desejos físicos todo poderoso, o do estomago.
E espantoso como a conjunção entre o erotismo feminino e o próprio movimento do capitalismo moderno, procura estimular o consumo. O dinheiro sempre insaciável, se dirige ao Eros,sempre subnutrido, para estimular o desejo, o prazer, e o gozo, chamados e entregues pelos produtos lançados no mercado.

Por:Ketleen Meskita

terça-feira, 18 de março de 2008

Breve história do carnaval

ORIGEM DO NOME

  • Carnaval segundo a Enciclopédia Barsa: O carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça- feira gorda. Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou. O termo carnaval é de origem incerta.
  • "carrum novalis" (carro naval)- Portugual
  • "carnem levare" (adeus, carne!)- Latim
  • saturnália (orgia dos cezares)-Roma
  • Grécia ,Egito,entre outros.


    À medida que as sociedades evoluem para a divisão de classes, orgias e libertinagens,os festejos logo se ligam a totens e deuses.

    IGREJA CATOLICA (SÉC.4)

ordens e proibições:

A igreja catolica na sua epoca proibiu os festejos da carne,pois as festas antes da pascoa mostrava uma liberacao ao despudor,ou seja, as pessoas liberavam-se no carnaval que era nos dias 26 ao 31 desembro depois do natal,o papado percebeu tal desrespeito,e proibui as festas.Mas os carnavalescos encontraram uma saida:a ordem era:NATAL - CARNAVAL - QUARESMA(jejum e consagracao) - E PASCOA na retirada do carnaval dos dias festivos,no lugar do dia de jejum e oracoes(QUARESMA) eles introduziram ate hoje o maldito carnaval.

PRINCIPAIS FIGURAS CARNAVALESCAS

  • Colombina, Arlequim, Pierrô, Momo.
    1.Momo era o deus grego da irreverência.
    2.Guerreiro coroado x momo x morte.
    3.A chave da cidade
    4.Satanás troca o momo por vidas.

    Mateus, 16:19 “Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céu; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus”.
    (Ângelo Agostinho)



    O CARNAVAL BRASILEIRO
  • Herança do estrudo (entrada) Português, mascaras italianas e elementos africanos.O carnaval que desembarcou no Brasil.
  • Mascaras e fantasias – França.
  • Bailes – Itália.

    ACESSÓRIOS
    Alem de mascaras e fantasias...
  • Lança-perfume - Bisnaga de vidro ou metal, que continha éter perfumado. De origem francesa, chegou no Brasil em 1903.
  • Serpentina - De origem francesa, chegou no Brasil em 1892.
  • Confete - Procedente da Espanha, surgiu no Brasil também em 1892.
MUSICAS
As marchinhas e seu desaparecimento:
ABRE ALAS - Chiquinha Gonzaga, 1899
O carnaval nos estados estados brasileiros :
Bahia: trios elétricos(Dodô,Osmar,Armandinho-1950); os blocos negros
como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de
Pernambuco: no ritmo do frevo e do maracatu.

São Paulo e Rio de Janeiro: samba - enredo;luxo de fantasias e alegorias.



Por:Ketleen Meskita

sexta-feira, 14 de março de 2008

axei tao engracado...


fazendo um trabalho serio da faku achei essa coisa ai ...antes de mostra o trabalho maravilhoso que fiz sobre a maldita coca-INA... ria antes.

quarta-feira, 12 de março de 2008

paz de espirito!!!!



eu tava escrevendo algo com muita raiva mas como deletei entao nao saberei fz de novo...

entao eu dizia algo a ver com liberdade,algo como tem pessoas na faku me enxendo e qero desistir por isso qero minha liberdade de assistir aula sem perturbacao!!!!

e um sako mesmo nè?




to de sako xeio de gentezinha da faku que me pergunta...na verdade eu axo qe meu maior problema e em relacao a isso...


eu simplesmente odeio pergunta sou como minha mae amo muito a paz as vezes a solidao ...


pra durmi,pra cantar,pra sonhar pra fazer lesera..


mas se tu me enxe...ke merda!eu perco o meu jeito de viver....


to meio cansada e estressada ..


toi num momento muito dona de casa axo qe qero filhos (nao axo qe nao!)


qero durmi um dia inteiroooooooooooooooo

terça-feira, 11 de março de 2008

inaugura um novo tempo.




Abro um espaco minimo da minha vida para demostrar ao mundo o meu amor por Cristo,ééé'... akele que morreu por nos na cruz,queira voce ou nao...


falarei tb de amigos,postarei trabalhos da faku(qero mostrar qwe sou inteligente)mas tambem qero deixar de tudo um pouko,falar da minha vida...e tudo o mais.

Quem sou eu

Minha foto
Somos,Kátia Santos & Ketleen Mesquita, mãe e filha juntas fazendo as melhores experiências gastronômicas para você! Contatos:3613-3222\9313-1341\9150-5090